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Desastre Nuclear e borboletas mutantes

Pesquisadores que monitoram e registram gerações de borboletas alertam que estão encontrando sinais de mutações genéticas com anormalidades físicas nos arredores de Fukushima, Japão.

Entre estas anormalidades está um menor porte de asas, antenas desfiguradas, recortes estranhos nos olhos e mudanças nos padrões de cores das asas.


Borboletas são bons indicadores para monitorar a radiação, elas existem em quase toda parte, são mais sensíveis e seus ciclos de vida são relativamente rápidos, permitindo aos pesquisadores observar muitas gerações em um curto espaço.

Em caso de contaminação por radiação, cada ser vivo possui sua taxa de tolerância e o que ocorre com as borboletas não demonstra como uma exposição à radiação pode afetar outras espécies.

Segundo os pesquisadores, “A sensibilidades das espécies à radiação é específica para cada espécie, por isso não há razão para assumir que mutações em borboletas afetem também os seres humanos que vivem na região.” A evidencia de dano para cada espécie precisa ser observada através de ocorrências específicas como o nascimento crescente de pessoas ou animais com problemas em sua formação.

O que os pesquisadores alertam é que independente da espécie afetada a ocorrência com as borboletas sinaliza que o meio ambiente foi afetado de alguma forma e isso é uma notícia ruim.

Embora seja impossível tirar quaisquer conclusões sobre a segurança humana a partir do estudo da borboleta. Não é prudente esquecer que o meio ambiente quando alterado pode produzir efeitos negativos para a qualidade da vida humana.

Fonte: nbcnews
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