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Aplicativos sobre saúde podem enganar usuários e preocupam especialistas

Um dos grandes problemas com a livre informação é o numero de distorções e equívocos que são indevidamente anunciados. O problema se agrava quando estas informações equivocadas sugerem tratamentos ou procedimentos que podem colocar a saúde das pessoas em risco.

Ao pesquisar nos repositórios de aplicativos para dispositivos móveis como celulares e Tablets é possível encontrar um aplicativo vendido por R$ 3,00 que ajuda os usuários com uma série de dicas para a saúde. Neste aplicativo entre as diversas sugestões equivocadas existe uma que orienta o usuário para que este segure o celular próximo ao rosto com a tela ligada onde aparecem luzes vermelhas que matam as bactérias da acne.

Realmente existe um tratamento com luz vermelha e azul para tratar a questão da Acne. No entanto, não são luzes comuns e precisam ser aplicadas com equipamento especial. Jovens pagam pelo aplicativo cujo tratamento sugerido é um embuste. Mais de 20.000 downloads foram efetuados ao preço de R$ 3,00.

Algo semelhante ocorreu com outro Aplicativo que prometia resultados no tratamento de depressão devido uma falta de exposição solar. Bastava segurar o display ligado que o software supostamente emitiria uma luz de mesmo efeito que a luz solar. O preço deste aplicativo em lojas de dispositivos móveis é de R$ 20,00.

Segundo a agencia de saúde do EUA existem mais de 1.500 aplicativos que prometem algum tipo de beneficio errôneo para a saúde dos usuários. Tanto no EUA como no Brasil não existe regulamentação sobre este tipo de prática tecnológica e a tendência é um crescimento de aplicativos que promovam curas e tratamentos de forma equivocada ou prejudicial.

Fonte: massive
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